sábado, 2 de junho de 2012








 Carlos Ribeiro Diniz nasceu em 2 de fevereiro de 1919 em Luminárias- Minas Gerais.Desde 1943, quando se formou em Medicina pela UFMG ele começou a desenvolver importantes estudos sobre os venenos de cobras, aranhas e escorpiões. Como diretor da Fundação Ezequiel Dias (Funed), conseguiu recursos que permitiram a pesquisa básica e a produção de vacinas e soros antiofídicos. Formado em medicina, sempre se interessou pela área da bioquímica. Envolveu-se também em estudos sobre a bradicinina, que provoca a queda da pressão arterial, e outras substâncias químicas que repercutiam no sistema cardiovascular. Embora tivesse recebido convites para participar de projetos industriais, Diniz afirmava que sua vocação sempre esteve ligada à universidade, ao ensino e à pesquisa. Participou da formação do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), da UFMG e da consolidação da pós-graduação em bioquímica da mesma universidade. Também foi um dos criadores da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig). Durante um Congresso em Estocolmo defendeu uma idéia polêmica: a preservação dos animais venenosos ameaçados de extinção. Acreditava que apenas preservando-os seria possível estudá-los e conhecer a ação dos venenos. O "doutorzinho" como era chamado já na infância pelo seu interesse por pesquisa, nasceu em 1919 no interior de Minas Gerais. Morreu no dia 8 de julho de 2002.

  Nós escolhemos ele, porque por pesquisas feitas, ele foi um importante homem,ficamos impressionadas,pois ele desenvolveu importantes estudos, que permitia salvar vidas, conhecendo a ação dos venenos desses animais venenosos, estudando-os e trazendo assim benefícios para as pessoas, que por algum descuido tivesse contato com esse tipo de veneno, que hoje em dia com esse tipo de recurso, da produção de vacinas e antibióticos, muitas pessoas tem de uma maneira, suas vidas "salvas".

sábado, 19 de maio de 2012

aula de 14/05/2012

Etapa 1 - Aline Fernanda:Ajudou com 8 reais para comprar o kit do robô, promete ficar responsável pela parte mecânica do robô.
Ana Carolina: Ajudou com 8 reais para comprar o kit do robô, promete ficar responsável pela parte elétrica do robô. 
Mariana de Castro: Ajudou com 8 reais para comprar o kit do robô e fez as postagens no blog sobre o robô, promete ficar responsável pela parte elétrica do robô. 
Nicolle Castro: Ajudou com 8 reais para comprar o kit do robô, promete ficar responsável pela parte elétrica do robô. 
Thays Marcella: Ajudou com 8 reais para comprar o kit do robô, promete ficar responsável pela parte mecânica do robô.


Etapa 2 - Grey 3.  Escolhemos esse nome pois é o nome do criador do primeiro robô autônomo e 3 faz referência ao número do nosso grupo. 

Etapa 4 - Sim. 1ª semana que recebermos o kit: montaremos o robô a partir do material do kit. 2ª semana: Testaremos o robô já pronto. 3ª semana: Faremos todos os reparos e concertos e então finalizaremos o robô.

sábado, 12 de maio de 2012

Um pouco de história

Um robô é um dispositivo, ou grupo de dispositivos, eletromecânicos ou biomecânicos capazes de realizar trabalhos de maneira autônoma, pré-programada, ou através de controle humano. Os robôs são comumente utilizados na realização de tarefas em locais mal iluminados, ou na realização de tarefas sujas ou perigosas para os seres humanos. O termo "Robô" vem da palavra checa "robota", que significa "trabalho forçado". Dentre as idéias mais antigas que se conhecem sobre dispositivos automáticos, ou autômatos, data de 350 A.C., a criada pelo matemático grego Arquitas de Tarento, amigo de Platão. Ele criou um pássaro de madeira que batizou de “O Pombo”. O pássaro era propulsionado por vapor e jatos de ar comprimido tendo, para muitos, mais méritos de ter sido a primeira máquina a vapor do que a inventada por James Watt.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Função dos integrantes na montagem do robô gladiador

Parte Mecânica:
Aline Fernanda, 02
Thays Marcella, 43

Parte Elétrica:
Ana Carolina Nogali, 05
Mariana de Castro, 28
Nicolle Castro, 36

Porta-voz:
Mariana de Castro

sábado, 31 de março de 2012

Relatório Eletroímã

Objetivo do Trabalho:
O objetivo do trabalho é construir um eletroímã de prego que consiga atrair alguns clipes de metal.

Descrever os materiais utilizados na construção do eletroímã:
- 1 prego de 11 cm
- 1 pilha 1,5V
- 2,5m de fio de cobre
- durex

Descreva a construção do eletroímã:
1º Enrolar o fio de cobre na extensão do prego (mais ou menos 90 voltas) com a ajuda do durex para que o fio fique fixo no prego, deixando para fora as duas extremidades.
2º Raspar as duas extremidades do fio para que possa entrar em contato com a pilha.

3º Enrolar as pontas raspadas do fio e conectar na pilha.

4º Encostar o eletroímã em vários clipes e tentar atraí-los.

Porque um material que não é imã se torna magnético ?
Porque quando uma corrente elétrica (criada pela pilha) percorre um fio condutor (fio de cobre), cria no interior e no exterior (prego) desse fio um campo magnético.

Testes do eletroímã:
Experimento
Comprimento  do prego
Número de Espiras
Clipes Atraídos
Força de Atração
1
11cm
90
32
0,2132N
2
11cm
90
37
0,2465N
3
11cm
90
30
0,1999N
4
11cm
90
45
0,2998N
5
11cm
90
48
0,3198N

Comentário sobre os resultados:
Os resultados do eletroímã já era esperado pelo grupo, com um prego não muito grande, e um fio também não muito comprido, este era aproximadamente o que já esperávamos.

Dificuldades encontradas:
O grupo não encontrou grandes dificuldades, a unica dificuldade foi saber o quanto de fio enrolar no prego e o quanto deixar para fora para melhor atração dos clipes.

Conceitos físicos presente no trabalho:
Magnetismo: Magnetismo é um ramo da ciência que estuda os materiais magnéticos, que possuem a capacidade de atrais ou repelir outros materiais. O magnetismo no eletroímã é gerado pela corrente elétrica da pilha que passa no fio de cobre que magnetiza o prego e atrai os clipes.
Peso: O peso é igual a força de atração entre dois objetos. No eletroímã o peso atua na atração entre os clipes e o prego magnetizado.
Tensão Elétrica: A tensão elétrica é a diferença de potencial entre dois pontos. No eletroímã está presente na voltagem da pilha, 1,5V.

Conclusão:
O objetivo da construção e funcionamento do eletroímã foi cumprido pelo grupo, além disso pudemos aprender como os conceitos de magnetismo, força de atração e tensão elétrica foram aplicados no trabalho. Nosso eletroímã, funcionou bem e foi como o esperado, o melhor resultado que conseguimos foi atrair 48 clipes.


segunda-feira, 5 de março de 2012

Questões do Laboratório 05/03/2012



Questão 1
Explique passo a passo a 1ª experiência no
eletroscópio de pêndulo.
Questão 2
Explique passo a passo a 2ª experiência no
eletroscópio de pêndulo.
Questão 3
Explique passo a passo a 1ª experiência no
eletroscópio de folhas.

Questão 4

Explique passo a passo a 2ª experiência no
eletroscópio de folhas.

Questão 5
Qual a função do eletroscópio?


Respostas:
1-
A primeira experiência foi basicamente eletrizar uma régua no cabelo, e colocá-la perto do eletroscópio de pêndulo que é uma bolinha de papel alumínio pendurada num fio isolante, e fazer com que a bolinha e régua se atraem.



2- A segunda experiência foi basicamente eletrizar uma régua no cabelo, e encostá-la na bolinha, depois afastar a régua, e colocá-la perto da bolinha fazendo com que ela e a régua se repelem.


3- Primeiramente, era preciso atritar o bastão(régua) e, em seguida, era colocado perto da bolinha de papel alumínio, para que as folhas sofressem repulsão.


4- Atritar o bastão(régua) e depois encostar na bolinha de papel alumínio fazendo com que as folhas abram(repelem), tirar e depois colocar o dedo para exercer a função de fio terra, fazendo com que as folhas fechem(atraem).


5- É um aparelho que identifica a existência de cargas elétricas (identifica se um corpo está eletrizado).

Eletroscópio

Na segunda-feira 27/02 e 05/03 tivemos as experiências do eletroscópio de pêndulo e de folhas, com 2 experiências cada um e nosso grupo conseguiu realizar todas.
Eletroscópio de folhas:
 Eletroscópio de pêndulo: